quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Te amo, minha filha.



Cabelos brancos, olhos verdes com um brilho inimaginável, 1m e 5o de altura. Casa com cheiro de limpa, aconchegante, flores na mesa, cortinas de renda, poltronas florais, prato na mão, comida com o máximo de mimo possível, depois um bom cafuné, digno de um ótimo sono.
Ao sair, aqueles olhos verdes me olham como se fosse a última vez que nos veríamos, e um "Te amo, minha filha" me conforta.
É, Dona (Vó) Aurora vai um dia me fazer uma falta indescritível.

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