terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Primeiro dia de aula, ambiente novo, alunos novos, tudo é novidade, Clara entra na sala, e logo percebe a organização, nerds, galera do fundo, tímidos, etc... Andando pela nova escola percebe novamente, emos, patricinhas, alternativos, populares, excluidos, nerds, playssons, cocotas. Clara não consegue aceitar, e muito menos entender, esse rótulos que nós mesmos nos pomos, essa limitação em se relacionar com diferentes pessoas, e essa necessidade de ter de pertencer a um "grupo". Não entende, porque ela não consegue se impor esses mesmos rótulos, ela quer mais, quer ser mil, quer conhecer todos, falar com todos, penetrar na mente, conhecer seus mundos, quer usar quadriculado, ser fútil, ler muito, falar sobre assuntos polémicos, ouvir mpb, funk, axé, forró, sertanejo, se sentir atraída por meninos e meninas, não dar satisfação sobre sua vida, ser santa, ser dada, fumar um cigarro, beber, etc. Clara presa muito essa possibilidade de mudança do ser humano, essa versatilidade, e admira-se como podemos dispensar isso e limitarmos nossa mente a um grupo de pessoas, a uma forma de agir e de pensar, até porque, somos um ser em constante mudança, e precisamos ser livres, para enfim podermos SER.
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